domingo, 12 de outubro de 2014
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Biscoitinhos Divinos das Monjas Beneditinas de Olinda/PE.
Eles são finos como lâmina de
barbear, crocantes como waffles, doces como casquinha de sorvete e dissolvem na
boca como pastel de vento. Chamam-se bricelets, são conhecidos desde o século
16 e têm origem suíça.
Uma tradição que não se perdeu em
Pernambuco, especialmente em Olinda, onde ficam diversos conventos e mosteiros,
é a produção dos biscoitinhos bricelet: pequenos, delicados e belos. São
feitos de farinha de trigo, açúcar, ovo e muita delicadeza e vendidos pelas monjas
do Mosteiro Nossa Senhora do Monte, em uma pequena lojinha, juntamente com os licores
de variados sabores também de produção das beneditinas. Hoje, os biscoitos são muitos
usados nos restaurantes de Recife e Olinda na produção de deliciosas sobremesas.
Igreja Nossa Senhora do Monte - Olinda
Telefones: (081) 3429-0317/ 3429-5549
Horário: Segunda a sexta-feira, das 9h às 17h
O Restaurante La Cuisine oferece a
deliciosa sobremesa " Bricelet La Cuisine" , com camadas de biscoito das freiras, sorvete de
creme, calda de chocolate e geléia de frutas vermelhas.É PERFEITO!!'
Para fazer o Bricelet: (Ou você
pode comprá-los prontos na Igreja do Monte em Olinda)
Ingredientes:
50gr de suco de laranja
100ml de açúcar
60gr de farinha de trigo
100gr de manteiga sem sal
derretida e fria
100gr de castanha do Brasil (Pará)
picada
Preparo:
Num vasilha misturar o açúcar como
suco. Acrescentar a farinha de trigo mexendo bem com um batedor fuet.
Adicionar a manteiga derretida e
fria, e por último, as castanhas picadas. Deixar em repouso na geladeira por 2
horas antes de utilizar.
Sobra uma assadeira coberta com
papel manteiga ou silpat(tapete de silicone), fazer bolinhas de aproximadamente
5 gramas(colher de café)cada, espaçadas, pois irá espalhar.Levar ao forno
pré-aquecido a 200°C por aproximadamente 10 minutos, até dourar. Esfriar e então
desgrudar os bricelets.
Guardar em local seco e muito bem
fechado por até 3 dias.
Montagem:
Bem pessoal, agora é só montar o
prato como se fosse um sanduíche.
Cubra o prato com a calda de
chocolate;
Coloque um biscoito, uma bola de
sorvete, um biscoito, outra bola de sorvete e outro biscoito;
Cubra toda a “arte” com mais calda
de chocolate e acrescente um pouco de geléia de frutas vermelhas ao lado.
Pronto!! É só comer!
Sites consultados
http://www.dzai.com.br/blogdaconceicao/blog/blogdaconceicao?pag=95
http://chezpitanga.blogspot.com.br/2012/03/biscoitinhos-divinos-das-freiras-de.html
http://gastroradar.blogspot.com.br/2011/09/sobremesa-dos-deuses.htmlsexta-feira, 22 de agosto de 2014
Grude de goma ou Malcasado de goma.
Adoro este bolo com café!!! Na última ida ao sítio da família, minha tia de 74 anos fez este bolo no fogão a lenha. A casa estava cheia de gente, de crianças barulhando e de adolescentes reclamando. Uma alegria só. Junto com café, muita chuva e boa prosa, o bolo se transformou no ponto alto da diversão. Foi uma tarde delícia!
Procurando pela receita, achei este vídeo bem legal no Globo Rural:
http://globotv.globo.com/rede-globo/globo-rural/v/aprenda-a-fazer-o-grude-de-goma/2743396/
Descobri neste vídeo que também é chamado " Malcasado de goma". Ah! Comidas e seus nomes curiosos!
Ai vai a receita:
1 colher de chá de açúcar
1 colher de chá de sal
200 ml de leite de coco
1/2 kg de goma de mandioca fresca
1 coco seco fresco ralado
Misture todos os ingrediente e amasse com as mãos até misturar bem. Fica meio ralinho. Coloque em forma untada e forno médio e pré-aquecido por meia hora.O bolo fica branquinho mesmo.
Agora é preparar um cafezinho fresco e botar a prosa em dia!
AH! Faltou a foto, mas na próxima farra no sítio lembrarei de tirar!
Procurando pela receita, achei este vídeo bem legal no Globo Rural:
http://globotv.globo.com/rede-globo/globo-rural/v/aprenda-a-fazer-o-grude-de-goma/2743396/
Descobri neste vídeo que também é chamado " Malcasado de goma". Ah! Comidas e seus nomes curiosos!
Ai vai a receita:
1 colher de chá de açúcar
1 colher de chá de sal
200 ml de leite de coco
1/2 kg de goma de mandioca fresca
1 coco seco fresco ralado
Misture todos os ingrediente e amasse com as mãos até misturar bem. Fica meio ralinho. Coloque em forma untada e forno médio e pré-aquecido por meia hora.O bolo fica branquinho mesmo.
Agora é preparar um cafezinho fresco e botar a prosa em dia!
AH! Faltou a foto, mas na próxima farra no sítio lembrarei de tirar!
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Amores proibidos na história do Brasil
O livro narra os encontros e desencontros amorosos de sete casais ao longo de 300 anos de história.
quarta-feira, 30 de julho de 2014
O Meu Amor Chico Buarque
O meu amor tem um jeito manso que é só seu
E que me deixa louca quando me beija a boca
A minha pele toda fica arrepiada
E me beija com calma e fundo
Até minh'alma se sentir beijada.
O meu amor tem um jeito manso que é só seu
Que rouba os meus sentidos, viola os meus ouvidos
Com tantos segredos lindos e indecentes
Depois brinca comigo, ri do meu umbigo
E me crava os dentes.
Eu sou sua menina, viu? E ele é o meu rapaz.
Meu corpo é testemunha do bem que ele me faz.
O meu amor tem um jeito manso que é só seu
Que me deixa maluca, quando me roça a nuca
E quase me machuca com a barba mal feita
E de pousar as coxas entre as minhas coxas
Quando ele se deita.
O meu amor tem um jeito manso que é só seu
De me fazer rodeios, de me beijar os seios
Me beijar o ventre e me deixar em brasa
Desfruta do meu corpo como se o meu corpo
Fosse a sua casa.
Eu sou sua menina, viu? E ele é o meu rapaz
Meu corpo é testemunha do bem que ele me faz.
E que me deixa louca quando me beija a boca
A minha pele toda fica arrepiada
E me beija com calma e fundo
Até minh'alma se sentir beijada.
O meu amor tem um jeito manso que é só seu
Que rouba os meus sentidos, viola os meus ouvidos
Com tantos segredos lindos e indecentes
Depois brinca comigo, ri do meu umbigo
E me crava os dentes.
Eu sou sua menina, viu? E ele é o meu rapaz.
Meu corpo é testemunha do bem que ele me faz.
O meu amor tem um jeito manso que é só seu
Que me deixa maluca, quando me roça a nuca
E quase me machuca com a barba mal feita
E de pousar as coxas entre as minhas coxas
Quando ele se deita.
O meu amor tem um jeito manso que é só seu
De me fazer rodeios, de me beijar os seios
Me beijar o ventre e me deixar em brasa
Desfruta do meu corpo como se o meu corpo
Fosse a sua casa.
Eu sou sua menina, viu? E ele é o meu rapaz
Meu corpo é testemunha do bem que ele me faz.
Eu Te Amo Chico Buarque
Ah, se já perdemos a noção da hora
Se juntos já jogamos tudo fora
Me conta agora como hei de partir
Se ao te conhecer, dei pra sonhar, fiz tantos desvarios
Rompi com o mundo, queimei meus navios
Me diz pra onde é que inda posso ir
Se nós, nas travessuras das noites eternas
Já confundimos tanto as nossas pernas
Diz com que pernas eu devo seguir
Se entornaste a nossa sorte pelo chão
Se na bagunça do teu coração
Meu sangue errou de veia e se perdeu
Como, se na desordem do armário embutido
Meu paletó enlaça o teu vestido
E o meu sapato inda pisa no teu
Como, se nos amamos feito dois pagãos
Teus seios inda estão nas minhas mãos
Me explica com que cara eu vou sair
Não, acho que estás te fazendo de tonta
Te dei meus olhos pra tomares conta
Agora conta como hei de partir
Se juntos já jogamos tudo fora
Me conta agora como hei de partir
Se ao te conhecer, dei pra sonhar, fiz tantos desvarios
Rompi com o mundo, queimei meus navios
Me diz pra onde é que inda posso ir
Se nós, nas travessuras das noites eternas
Já confundimos tanto as nossas pernas
Diz com que pernas eu devo seguir
Se entornaste a nossa sorte pelo chão
Se na bagunça do teu coração
Meu sangue errou de veia e se perdeu
Como, se na desordem do armário embutido
Meu paletó enlaça o teu vestido
E o meu sapato inda pisa no teu
Como, se nos amamos feito dois pagãos
Teus seios inda estão nas minhas mãos
Me explica com que cara eu vou sair
Não, acho que estás te fazendo de tonta
Te dei meus olhos pra tomares conta
Agora conta como hei de partir
Folhetim Chico Buarque
Se acaso me quiseres
Sou dessas mulheres
Que só dizem sim
Por uma coisa à toa
Uma noitada boa
Um cinema, um botequim
E, se tiveres renda
Aceito uma prenda
Qualquer coisa assim
Como uma pedra falsa
Um sonho de valsa
Ou um corte de cetim
E eu te farei as vontades
Direi meias verdades
Sempre à meia luz
E te farei, vaidoso, supor
Que és o maior e que me possuis
Mas na manhã seguinte
Não conta até vinte
Te afasta de mim
Pois já não vales nada
És página virada
Descartada do meu folhetim
Sou dessas mulheres
Que só dizem sim
Por uma coisa à toa
Uma noitada boa
Um cinema, um botequim
E, se tiveres renda
Aceito uma prenda
Qualquer coisa assim
Como uma pedra falsa
Um sonho de valsa
Ou um corte de cetim
E eu te farei as vontades
Direi meias verdades
Sempre à meia luz
E te farei, vaidoso, supor
Que és o maior e que me possuis
Mas na manhã seguinte
Não conta até vinte
Te afasta de mim
Pois já não vales nada
És página virada
Descartada do meu folhetim
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