domingo, 13 de novembro de 2011
Flores e pisca-pisca
Seguindo umas dicas que achei pela internet, resolvi inovar no pisca-pisca de natal!!!
Comprei umas flores de plástico.Escolhi tons de amarelo e laranja e uma pisca-pisca daquele com mangueira. Soltei as flores e facilmente coloquei no pisca-pisca.
Fica legal e é rápido de fazer.
Duro foi aguentar o marido dizendo que estava numa festa havaina, mas ....
Muito bom!
Vou postar as fotos depois.
Comprei umas flores de plástico.Escolhi tons de amarelo e laranja e uma pisca-pisca daquele com mangueira. Soltei as flores e facilmente coloquei no pisca-pisca.
Fica legal e é rápido de fazer.
Duro foi aguentar o marido dizendo que estava numa festa havaina, mas ....
Muito bom!
Vou postar as fotos depois.
domingo, 5 de junho de 2011
Manual da Boa Esposa
Meu lado Amélia resolveu procurar saber o que esta escrito no "Manual da Boa Esposa". Acho que de forma geral todas nós vamos achar o texto muito engraçado, já que é um retrato do comportamento feminimo ideal. O texto foi publicado em 13/05/1955. Coloquei o texTo a seguir para vocês lerem:
"Tenha o jantar pronto. Planeje antecipadamente, até mesmo na noite anterior, para ter uma deliciosa refeição pronta quando ele voltar do trabalho. Este é um modo de deixá-lo saber que você tem pensado nele e que está ciente de suas necessidades. A maioria dos homens está faminta quando chegam em casa e a expectativa de ter uma boa refeição ( é parte da calorosa recepção que ele precisa).
Prepare-se. Leve uns 15 minutos para descanso, e então você estará renovada quando ele chegar.
Retoque sua maquiagem, coloque uma fita em seu cabelo e tenha uma boa aparência. Ele deve estar cheio de ver pessoas vestidas para o trabalho.
Esteja um pouco mais alegre e interessada por ele. Seu dia chato precisa de uma melhorada e um de seus deveres é providenciar isso.
Limpe a bagunça. Faça uma última inspeção pelas partes principais da casa pouco antes de seu marido chegar.
Recolha os livros escolares, brinquedos, papéis e etc e então passe uma flanela sobre as mesas.
Nos meses mais frios do ano você deve preparar e acender um fogo para aquecê-lo. Seu marido se sentirá como em um refúgio de descanso e ordem, e você também se sentirá bem. Afinal, prover seu conforto irá lhe trazer uma imensa satisfação pessoal.
Prepare as crianças. Dedique alguns minutos para lavar as mãos e rostos das crianças, se elas forem pequenas, penteie seus cabelos e, se preciso, mude suas roupas. Elas são um pequeno tesouro e ele deve gostar de vê-las brincando. Minimize todo e qualquer ruído. No momento em que ele chega, elimine todo o ruído da máquina de lavar, secadora ou do aspirador. Encoraje as crianças a ficarem quietas.
Fique feliz em vê-lo.
Receba-o com um sorriso terno e mostre sinceramente o seu desejo de agradá-lo.
Escute-o. Você deve ter muitas coisas importantes para lhe dizer, mas o momento de sua chegada não é o mais apropriado. Deixe-o falar primeiro – lembre-se, os assuntos que ele tem a conversar são mais importantes que os seus.
Faça com que a noite seja dele. Nunca se queixe se ele chegar tarde em casa ou se ele sai para jantar ou se divertir sem você. Ao invés disso, tente entender o seu mundo de pressão e stress e sua real necessidade de estar em casa e relaxar.
Seu objetivo: Tentar certificar-se que seu lar é um lugar de paz, ordem e tranqüilidade onde seu marido pode se renovar em corpo e espírito.
Não o receba com queixas e problemas.
Mantenha-o confortável. Faça-o sentar-se em uma poltrona confortável ou o deite na cama. Tenha uma bebida, quente ou gelada pronta para ele.
Arrume sua almofada e ofereça-se para tirar seus sapatos. Fale com ele de forma suave e em voz baixa.
Não lhe pergunte questões sobre suas ações ou questione seu julgamento ou integridade. Lembre-se, ele é o dono da casa, e como tal ele sempre exercerá sua vontade com hombridade e sinceridade. Você não tem o direito de questioná-lo.
Uma boa esposa sabe sempre qual é o seu lugar."
Apesar dos MUUUUITOS exageros do texto, algumas ações fazem parte de uma boa convivência conjugal, podendo, por isso mesmo ser cumprida por mulheres e HOMENS, afinal todos nós gostamos de chegar em casa e vermos alguém feliz porque chegamos.
Tchau e beijos. Meu marido está me chamando para ouvir "Mulheres de Atenas". OOOH Coitado!!!! Mas isto é outra história!!!
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Peito da Mulata
Esta receita é trabalhosa e maravilhosa.....
O problema é só o ciúme do marido.
PEITOS DA MULATA
Ingredientes
Ovos nevados tradicionais:
- 1 litro de leite integral
- 6 claras
- 6 gemas
- 12 colheres (sopa) de açúcar (cheias)
- 3 gotas de essência de baunilha
Outra sugestão de ovos nevados:
- 1 litro de leite
- Açúcar a gosto
- 6 gemas
- 6 claras
- 1 lata de leite condensado
- 1 colher (sopa) de amido de milho
- Baunilha a gosto
- Canela em pó polvilhar
Calda de chocolate
- 200 g de chocolate ralado (ao leite ou meio amargo)
- 1 lata de creme de leite com soro
- 200 g de chocolate ralado (ao leite ou meio amargo)
- 1 lata de creme de leite com soro
Modo de Preparo
1) Ovos nevados tradicionais:
Bata as claras em neve até que fiquem bem firmes. Acrescente, uma
a uma, as 6 colheres de açúcar, continue batendo até obter um
suspiro. Coloque o leite para ferver, abaixe o fogo e cozinhe as
claras em neve, colocadas em colheradas.
Deixe 15 segundos de cada lado, vire com cuidado para não
quebrar. Após o cozimento retire com uma escumadeira e coloque em
uma travessa. Reserve.
Bata as gemas com as outras 6 colheres de açúcar e a essência de
baunilha, até que forme um creme.
Desligue a batedeira, acrescente o leite do cozimento e leve ao
fogo para engrossar, mexendo sempre, sem deixar ferver. Retire do
fogo, continue mexendo até que esfrie (mexa para não talhar).
1) Outra sugestão de ovos nevados:
Bata as claras em neve em ponto de suspiro e reserve. Ferva o
leite com o açúcar a gosto, abaixe o fogo, coloque as claras em
neve em colheradas , deixe 15 segundos e retire com auxílio de
uma escumadeira. Coloque em um travessa. Reserve.
2) Acrescente ao leite do cozimento o leite condensado, as gemas
passadas pela peneira, o amido de milho, a baunilha e leve ao
fogo para engrossar. Desligue o fogo.
Coloque o creme numa travessa e arrume as claras por cima
3) Esquente o creme de leite em banho-maria e acrescente o chocolate em raspas.
Coloque por cima das claras. Leve para gelar.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
A formação da brasilidade alimentar
Para que gosta de comida e história, achei este texto bem interessante.
Ele foi publicado no jornal da USP.
Ele foi publicado no jornal da USP.
Diante dessa “penúria alimentar”, os portugueses instalados na colônia tiveram de fazer adaptações para garantir sua sobrevivência. Assim, passaram a apreciar o tatu e a paca, comparados ao coelho europeu, e a comer pombas, melros e urus, cujo gosto se assemelhava ao das perdizes. “Muitas frutas que se apresentavam estranhas aos olhos do estrangeiro, como a jaca, o abacaxi e o caju, passaram a fazer parte da mesa colonial.” Num segundo momento, diz Rosemeire, essa adaptação consistiu na substituição dos ingredientes europeus pelos nativos. Ao invés de maçã, usava-se a banana para fazer tortas e mingaus. O mamão verde e o coco faziam as vezes da maçã, da pera e do pêssego, enquanto a jabuticaba e o amendoim substituíam a cereja e a ameixa.
A mistura de elementos europeus, africanos e indígenas na cozinha colonial deu origem a pratos até hoje servidos nas mesas brasileiras. Na tese, Rosemeire conta que, em meados do século 17, os portugueses trouxeram da África para a colônia uma planta que se adaptou rapidamente ao ambiente e se espalhou por todo o nordeste brasileiro. Uma novidade para os europeus, que dela extraíam o óleo para usar como combustível, a planta já era velha conhecida dos negros africanos, que a utilizavam na culinária — era o azeite-de-dendê. “Daí para frente foi muito simples: as negras e os negros que trabalhavam na cozinha dos senhores de engenho só tiveram que adaptar ao paladar dos senhores as preparações com pitadas africanas”, escreve Rosemeire, lembrando que, ao ser introduzida na cozinha da casa-grande, a negra deu origem a uma comida “misto de portuguesa e africana”. “Hoje, o azeite-de-dendê é, talvez, o ingrediente mais importante da culinária dita africana no Brasil.”
Como aconteceu nas fazendas produtoras de açúcar, nas regiões das minas a adaptação às condições de alimentação também gerou pratos agradáveis ao paladar do brasileiro do século 21. “Os portugueses, radicados nas regiões mais centrais da colônia, acabaram apresentando, na obtenção de seus gêneros alimentares, algumas características indígenas”, revela Rosemeire. “A cozinha passou a compor o prato dos ‘mineiros’ com alimentos resistentes, fáceis de serem cultivados sem muito trabalho na agricultura, além das carnes salgadas.”
Entre esses alimentos estava a mandioca, consumida na forma de farinha. Com ela, os mineiros aprenderam a fazer todas as preparações indígenas à base de mandioca, como beiju, biscoito, bolo, mingau e pirão. O milho servia para preparar pipoca, curau, pamonha, cuscuz e canjica, além do fubá — o milho seco finamente ralado, com que se fazia o angu. “Esse cozido, o angu, representa até hoje um dos pratos mais típicos de Minas Gerais, sendo apreciado de várias maneiras.” Já a couve, consumida refogada só rasgada, pura ou dentro do angu, era a única verdura apreciada pelos mineiros do século 17. Hoje, é outro prato típico de Minas, conhecido até como “couve à mineira”.
Um trecho da tese de Rosemeire é dedicado ao intercâmbio de alimentos entre a colônia portuguesa na América e outras regiões do planeta, que também contribuiu para a formação dos hábitos alimentares do Brasil colonial. A autora conta, por exemplo, a trajetória do café, produto de que o Brasil se tornaria, no século 19, o maior exportador do mundo. Fruto da Coffea arabica, uma planta originária das montanhas da Abissínia, na Etiópia, o café foi levado dali para a Arábia, onde os grãos eram torrados e fervidos na água para ser consumidos. Da Arábia ele passou para o Cairo e alcançou Constantinopla. Ali ele foi adquirido por comerciantes venezianos, que o levaram para a Itália. Em Veneza o café ganhou sua forma definitiva: “Os italianos não gostavam de comer a borra do café turco. Pensaram que talvez fosse possível separá-la, por meio de um tecido ou filtro. Nascia o coador de café. Daí para frente, na forma de bebida revigorante, ganhou o mundo.”
A colônia também deu sua contribuição para o mundo na arte culinária. Comerciantes portugueses e espanhóis transportaram para a Europa e a Ásia produtos como o milho, a batata-doce, o tomate e a mandioca, que se tornaram elementos básicos das cozinhas de vários países. “Contudo, dentre todos os alimentos oriundos das terras americanas, os mais importantes talvez sejam a batata e o cacau.”
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http://www.usp.br/jorusp/arquivo/2002/jusp599/pag06.htm
sexta-feira, 20 de maio de 2011
O mapa Mário Quintana
Este poema é para um amigo que vive esta dor no momento:
Olho o mapa da cidade
Como quem examinasse
A anatomia de um corpo...
(E nem que fosse o meu corpo!)
Sinto uma dor infinita
Das ruas de Porto Alegre
Onde jamais passarei...
Ha tanta esquina esquisita,
Tanta nuança de paredes,
Ha tanta moca bonita
Nas ruas que não andei
(E ha uma rua encantada
Que nem em sonhos sonhei...)
Quando eu for, um dia desses,
Poeira ou folha levada
No vento da madrugada,
Serei um pouco do nada
Invisível, delicioso
Que faz com que o teu ar
Pareça mais um olhar,
Suave mistério amoroso,
Cidade de meu andar
(Deste já tão longo andar!)
E talvez de meu repouso...
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